Compartilhar ideias na infância
Todos os pais e responsáveis já devem ter ouvido falar sobre a importância de deixar que os pequenos tenham oportunidade de compartilhar ideias próprias, uma vez que isso ajuda na construção da personalidade da criança a partir da primeira infância.
Ou seja, é com este processo que o pequeno cria empatia, ganha pensamento crítico, aflora a criatividade, entende sobre afeto e troca experiências, pontos muito valiosos para que a garotada sinta-se segura em abordar qualquer assunto e, principalmente, respeitar opiniões contrárias a sua para conviver de forma harmônica em sociedade.
Como a Red Balloon se importa com a aprendizagem e o crescimento pessoal da criançada e dos jovens, trouxe este guia com todos os benefícios de se compartilhar ideias na infância e como os pais podem auxiliar nesta missão. Vamos lá?
9 formas do pequeno compartilhar ideias na infância e os benefícios
É ao interagir e compartilhar ideias que as crianças de fato se tornam seres humanos melhores e mais maduros. Afinal, quando elas nascem, ainda enxergam seu corpo e sua vida como uma forma conjunta à da mãe, e estimular a individualidade e o contato com outras pessoas da mesma idade — cortando assim o "cordão umbilical" —, faz parte do processo de envelhecer de forma saudável e desempenhar a autonomia, além do pequeno tornar-se alguém mais seguro e consciente, uma vez que precisa resolver conflitos sem o adulto que sempre o protege.
E se conhecer faz parte de um processo que envolve muitos outros ganhos que virão pelo simples incentivo da criança se relacionar com o mundo real e se tornar empática, carinhosa, vulnerável e generosa, tudo isso sem contar as outras infinitas vantagens que presenciamos com o crescimento dos nossos filhos quando estão inseridos na escola e em outras atividades extracurriculares diariamente.
Quer entender a fundo os benefícios trazidos à garotada quando permitimos que elas compartilhem suas ideias e convivam em sociedade desde novas? Então, confira a lista que criamos a seguir:
Dividindo os brinquedos
Uma das maiores preocupações familiares é que o filho além de não saber compartilhar, se recuse a dividir os itens pessoais. Emprestar os brinquedos pode parecer algo simples, mas este ato faz com que os projetos futuros, as expressões e os sentimentos não sejam guardados para si por medo ou insegurança.
E lembre-se que para as crianças, são os pequenos gestos que constroem as relações de afeto que são moldadas fora do campo familiar. Portanto, quando os menores aprendem a brincar juntos conseguem criar laços de amizades.

Frequentando a escola
Os benefícios do ambiente escolar são tantos, que as leis que garantiam o ingresso na escola apenas aos 4 anos foram socialmente alteradas. Afinal, muitos pais — para ter uma rotina menos agitada ou para voltar ao mercado de trabalho — passaram a colocar os pequenos em instituições de ensino anos antes, por volta dos 2 anos.
E como o cérebro do indivíduo é formado principalmente até os 3 aninhos, ter contato com outras crianças nesse processo fará muita diferença para se compartilhar ideias com segurança, expor o que está sentindo, além de auxiliar na própria aprendizagem — já que com os educadores ele terá uma troca de informações que será a base principal do que virá depois.
Com pais mais participativos
Pode até parecer que não — pois inicialmente você estará abdicando das horas que tem com seu filho e dividindo esse papel com a escola, berçário ou outros cuidadores e atividades extracurriculares —, mas quando nos deparamos com os novos aprendizados do pequeno, nos tornamos mais participativos nessa conquista.
Afinal, queremos fazer parte dessa evolução, certo? E compartilhar ideias junto com os pais é o que acrescentará principalmente na bagagem cultural da casa, pois quando você conta para ele seu filme e livro favorito, ou quando cria jogos em família nos finais de semana, ganha-se uma convivência mais ativa e gostosa.
Desenvolvendo o campo afetivo
Quando desempenhamos um projeto em equipe ou temos momentos prazerosos junto aos amigos queridos, nossa vida se torna mais leve e desenvolvemos melhor nosso campo afetivo, não é mesmo? Pois saiba que com os pequenos não é diferente.
Ao ter contato com os educadores e com as crianças de fora, eles próprios escolherão aquelas pessoas com quem têm mais afinidade, e sozinhos criarão uma relação de amizade. E você verá que no dia a dia seu filhote se apresentará mais feliz, além de diariamente lhe contar todos os momentos vividos, ampliando assim o diálogo familiar.
E lembre-se que tudo isso são meios de compartilhar ideias durante a infância, tanto na parte do cotidiano entre as crianças quanto no final do dia ao falar com os pais sobre a escola ou as outras atividades realizadas.
Familiares e escola trabalhando em conjunto
É fato que os filhos se espelham em seus responsáveis e educadores, certo? E uma dica valiosa que deixamos aqui é matriculá-lo em uma escola que se interesse pelo seu desenvolvimento tanto pessoal quanto acadêmico. Afinal, se você demonstrar curiosidade pelo aprendizado do pequeno e compartilhar ideias junto com os professores e coordenadores — e até mesmo com outros pais —, seu filho perceberá o quanto o conhecimento e as boas relações são importantes.
Estimulando a criatividade
Como as crianças da nova geração são muito estimuladas por games e possuem brincadeiras mais guiadas pelos adultos, deixar que elas compartilhem ideias entre si e entre os profissionais da educação faz com que a criatividade seja potencializada.
Para isso, experimente fazê-las se divertirem sem brinquedos ou bonecos — ou seja, com jogos que antigamente eram populares, como "esconde-esconde" e "Polícia e Ladrão" —, além de cantarem músicas, desenharem e dialogarem sem a intervenção dos mais velhos. Afinal, lembre-se que até certa idade é comum que a garotada crie momentos e construam enredos em cima de outros já existentes — até mesmo descrevendo os finais de semana de uma maneira única — e isso é muito importante para uma infância lúdica.

Através do contato com avós, pais e outras crianças
É comprovado cientificamente que uma criança que possui as condições ideias de contato tanto com os cuidadores quanto com familiares e crianças da mesma idade, são mais espertas. Isso porque os pequenos são uma espécie de esponjinha e absorvem tudo o que acontece de bom no ambiente, inclusive as ideias e conversas que são compartilhadas na mesa do jantar, por exemplo.
E é comum que elas comecem a ficar parecidas com aqueles que possuam mais ligações — e até mesmo tenha mais confiança e demonstre felicidade em ver este alguém específico. Porém, tenha em mente que é importante que o menor conviva com outros que ele não possua tanta afinidade, para assim praticar a paciência e conviver com as diferenças desde cedo, ok?
Ensinando sobre limites
Os pais costumam ser mais tolerantes a certos comportamentos dos filhos, já que em alguns casos a emoção acaba falando mais alto do que a razão e não resistimos ao vê-los aborrecidos chorando, não é mesmo? Mas como em um ambiente com estranhos as regras valem para todos, este é um estímulo para que seu pequeno faça igual ou em conjunto a um coleguinha.
Segundo a filosofia da disciplina positiva, impor limites está mais relacionada a tomar conta do bem-estar da criança ou adolescente do que com castigos e rigidez. Impor limites significa mantê-los longe de perigos, comunicando valores de responsabilidade e carinho com seus arredores.
Portanto, quando o profissional ou cuidador informa os limites e o que é ou não permitido, também é uma maneira de compartilhar ideias com a criança. Afinal, os menores devem ser ensinados por meio de estímulos e conversas.
Conversando e aumentando o vocabulário
Este é um item que anda de mãos dadas com o tópico 4, porém, devemos frisar ainda mais a importância do vocabulário — já que muitas vezes as crianças saem de casa sem saberem se expressar e compartilham as ideias apenas com choros. Ao precisar dialogar com um estranho ou com outro indivíduo da sua idade, por exemplo, o pequeno expande seu leque de palavras, pois aprenderá algumas expressões novas e terá que se fazer entendido para que suas necessidades sejam escutadas.
Além do óbvio: quando pensamos em compartilhar ideias, automaticamente nos lembramos de uma conversa gostosa e produtiva, e seu filho deve crescer com a mesma sensação, concorda?
Compartilhar ideias em um outro idioma: por que as crianças precisam do inglês?

Sabendo de todos os benefícios que acontecem e vêm em conjunto com o ato de compartilhar ideias no idioma materno — ou seja, em português —, imagine se tudo isso fosse possível em outro dialeto? Com a Red Balloon essa ideia é uma realidade.
A Red Balloon é uma escola de inglês focada em crianças e jovens entre 3 e 17 anos. O método usado incentiva seu filho a entender, compreender e estudar a língua inglesa de uma maneira divertida e lúdica, ou seja, aquele ensino tradicional e nada eficaz — que só estimula a memorização e não leva em conta a personalidade individual do aluno —, passa longe.
Durante as aulas, as conversas são formas reais de compartilhar ideias sobre o cotidiano, sobre as brincadeiras preferidas, sobre os livros que foram lidos durante o mês e muito mais. Além disso, a Red Balloon conta com atividades extracurriculares que envolvem um curso de teatro em inglês, por exemplo, onde este e todos projetos criativos desenvolvidos pela instituição têm a missão de aprimorar a comunicação do seu filho em inglês desde a primeira infância, para que nunca esqueça o idioma e chegue ao final da adolescência fluente na língua.
Gostou e quer saber mais? Agende hoje mesmo a sua visita em uma das unidades da Red Balloon. Você e o seu filho com certeza se encantarão com este novo jeito de aprender e praticar o inglês!
Com base nos diferenciais da Red Balloon, vamos falar sobre cada um deles e mostrar como podemos proporcionar um melhor aprendizado. Mostrar os serviços, falar do ambiente, plataforma e como a Red Balloon se destacas diantes das principais concorrência.
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